quinta-feira, 29 de julho de 2010

Distância


Penso que distância não é algo que se mede. É algo relativo, onde tudo depende. Percebi isso nessa ultima semana, onde esse fator me atingiu de três diferentes formas.

Existe a distância que te separa de quem você gosta. Essa que ao mesmo tempo que te faz rir sozinha quando você não quer. Talvez seja essa uma que possa ser medida em metros. Não, pera. Essa aqui parece que é o dobro, o triplo, o infinito de qualquer coisa que uma fita métrica possa medir. Distância que seu coração cria e que se soma a quilometragem de um interubano.


Outra é a que é criada. Ela não existia, mas de repente vira um rombo, um oceano no meio da história. Mas vale lembrar que pra isso existem pontes e navios, que nada mais são do que ligações espontâneas no meio da tarde onde tudo é posto em panos limpos.

E a pior de todas é a que machuca. A distância que quando você acorda você percebe que nem se você correr muito ela vai diminuir. É algo que por mais que você se esforce, nunca vai alcançar.

Só que o fato é que, pra essa ultima, eu não faço a menor questão de fazer com que ela fique menor.

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